terça-feira, 7 de abril de 2009

Os 10 carros mais vendidos de 2009:

A crise que atingiu diversos setores da economia a partir do último trimestre de 2008 deixou claro o efeito registrado pela indústria automobilística: são os carros populares que estão segurando as vendas das montadoras com subsidiárias no Brasil.

Entre janeiro e março de 2009, os 10 carros mais vendidos ficam entre os R$ 20 mil e R$ 30 mil, faixa de preço que ainda beneficia o financiamento, apesar da crise de crédito. Os dados são da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Saiba agora quais foram os veículos mais vendidos nos três primeiros meses do ano. O mais barato não ocupa o primeiro lugar.

Gol, R$ 27.320, 51.269 unidades. Consolidado como líder do mercado, o carro-chefe da Volkswagen ocupa o posto mesmo não sendo o mais barato dos ditos populares. O Novo Gol é o terceiro mais caro da lista dos dez veículos que custam até a faixa dos R$ 30 mil.

Palio, R$ 24.290, 32.165 unidades. Segundo carro mais vendido do Brasil entre janeiro e março de 2009, o Palio é o quarto mais barato da lista divulgada pela Fenabrave, atrás de Fiat Mille, Ford Ka e Celta, da GM.

Fiat Mille, R$ 21.754, 29.146 unidades. Terceiro mais vendido até março de 2009, o Mille versão Fire Economy 1.0 Flex 2010 é o carro mais barato do Brasil.

Classic, R$ 25.379, 24.019 unidades. O Classic teve mais unidades vendidas do que outro veículo da GM, o Celta, entre janeiro e março de 2009. No entanto, o modelo é mais caro que o outro carro da montadora presente na lista divulgada nesta semana pela Fenabrave.

Celta, R$ 24.963, 21.313 unidades. O Celta é o quarto carro mais barato da lista dos dez veículos mais vendido no Brasil entre janeiro e março. Todos ocupam a faixa entre R$ 20 mil e R$ 30 mil.

Fox, R$ 30.150, 16.196 unidades. Sexto veículo mais vendido do Brasil nos três primeiros meses de 2009, o modelo da Volkswagen é o mais caro da lista de dez veículos divulgada pela Fenabrave.

Ka, R$ 23.900, 14.338 unidades. Um dos dois modelos da Ford presentes no ranking dos 10 carros mais vendidos do país nos três primeiros meses de 2009, o Ka é o segundo mais barato da lista, atrás do Fiat Mille.

Fiesta, R$ 26.900, 13.782. Oitavo mais vendido do país no início de 2009, o modelo da Ford é o quarto mais caro da lista da Fenabrave, com preço mais baixo do que Fox, Voyage e Gol, todos da Volkswagen.

Siena, R$ 26.290, 13.617. O Siena é o terceiro carro da Fiat presente no ranking dos 10 carros mais vendidos nos três primeiros meses do ano. O outro é o Fiat Mille, terceiro mais vendido e mais barato do ranking divulgado pela Fenabrave.

Voyage, R$ 28.990, 11.978. Último da lista dos mais vendidos até março de 2009, o Voyage é o terceiro carro da Volkswagen na lista, junto de Gol e Fox. Detalhe: os três são os mais caros da lista. O modelo ocupa faixa intermediária aos outros dois, mais barato que o Fox, mais caro que o Gol, o mais vendido até aqui.

Fonte: www.jornalnovotempo.com.br

quarta-feira, 25 de março de 2009

ENDURO FIM CHEGA PRA FICAR...

A primeira etapa do Campeonato Pernambucano de Enduro FIM realizado este fim de semana em Itamaracá foi um sucesso. Tivemos a participação de pilotos das mais diversas categorias, inclusive trilheiros que
gostam de acelerar e descobriram que participar de competições é muito prazeroso, a adrenalina vai a
mil... O percurso passou por matinhas fechadas, areais, mas o que deu trabalho mesmo foi um riozinho que pegou muito piloto de jeito... Mas no final deu tudo certo. Na categoria importada pro venceu Castelo, que vem do MotoCross, e acelerou pra valer. Na importada estreante, ganhou Alexandre Siqueira inaugurando sua nova KTM. Flávio Câmara venceu na categoria over 40, confirmando que enduro FIM é mesmo sua praia. Na nacional pro, o piloto paraibano Abraão Ferreira chegou em primeiro. E estreando em competições, o trilheiro Geladeira foi o grande campeão e provou que chegou pra ficar. A prova foi organizada pela Trilha Forte, com o piloto Rinaldo Batatinha, e pela Pernambuco Race, com o Sérgio Flores. Queremos agradecer a todos os pilotos que compareceram, aos familiares, em particular aos paraibanos que vieram em bom número e ajudaram a abrilhantar a festa. Até a próxima etapa. Aguardem novas notícias.

Fonte.www.trilhaforte.com.br

EUA: Instituto faz teste de capotagem com SUVs compactos

Tiguan foi o mais resistente; Sportage e Tucson foram os piores

O órgão responsável pela segurança nas estradas dos Estados Unidos (IIHS) divulgou nesta terça-feira, 24 de março, os resultados de um inédito teste de resistência do teto. Todos os carros testados são submetidos a uma pressão de até quatro vezes equivalente ao seu peso, o que o qualifica no critério “bom”.
Veículos que suportam um peso de até 3,25 vezes são classificados como “aceitáveis”, enquanto que uma pressão de 2,5 vezes é vista como “regular”. Modelos que apresentam deformação no teto com uma força menor do que 2,5 são apontados como “ruins”.
Entre os modelos testados, Honda Element, Jeep Patriot, Subaru Forester e Volkswagen Tiguan receberam a classificação “bom”. Suzuki Grand Vitara, Chevrolet Equinox, Pontiac Torrent, Toyota RAV4, Nissan Rogue e Mitsubishi Outlander tiveram um desempenho aceitável.
Honda CR-V, Ford Escape, Mazda Tribute e Mercury Mariner ficaram com a nota “regular”. Já os conterrâneos Kia Sportage e Hyundai Tucson – que compartilham a mesma plataforma – ficaram nas últimas colocações, com uma classificação “ruim”.
Segundo o IIHS, os sul-coreanos foram apontados como os mais frágeis, enquanto que o VW Tiguan (que deve ser vendido no Brasil a partir de abril) se sagrou como o SUV mais robusto do teste.
Confira abaixo o vídeo explicativo sobre o teste e a classificação de todos os veículos testados pelo IIHS .

Fonte:www.quatrorodas.com.br

Renault Colômbia lança série limitada do Sandero Versão GT é equipada com acessórios esportivos

A Renault da Colômbia anunciou o lançamento de uma série especial do Sandero. Batizada de GT, a versão é equipada com o kit Sport, que também é oferecido nas concessionárias brasileiras.

Entre as principais diferenças em relação às demais versões, o GT possui spoiler dianteiro, saias laterais, rodas de liga leve de 15 polegadas pintadas na cor grafite, aerofólio traseiro e rádio CD Player com entrada auxiliar USB.

Curiosamente, o carro se diferencia do Sandero brasileiro por adotar a mesma grade dianteira do Symbol, sedã recém-lançado pela marca no Brasil. No caso do GT, a peça (que também é parecida com o modelo vendido pela Dacia na Europa) é pintada na mesma cor da carroceria.

Assim como acontece na maioria das series limitadas, o motor não sofreu alterações. Trata-se de um 1.6 de oito válvulas, capaz de gerar 90 cv. Na Colômbia, o preço sugerido para o Sandero GT é o mesmo praticado para a versão Dynamique, que é de aproximadamente 35 mil reais.

Fonte:www.quatrorodas.com.br

sexta-feira, 20 de março de 2009

Agora Sim, Proteção Obrigatória

Montadoras terão cinco anos para instalar airbags em todos os automóveis fabricados no país

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou ontem a lei que torna obrigatória a instalação de airbag frontal em todos os veículos novos fabricados no Brasil ou importados zero quilômetro, exceto para os destinados à exportação. Atualmente, o Código Brasileiro de Trânsito estabelece como equipamentos obrigatórios dos veículos o encosto de cabeça, cinto de segurança e o dispositivo destinado ao controle de emissão de gases poluentes e de ruídos.

A obrigatoriedade da instalação do airbag havia sido aprovada em fevereiro pela Câmara dos Deputados. Há previsão de um prazo de implementação, ainda a ser definido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que tem reunião marcada para o início do próximo mês. Segundo o texto sancionado, os airbags devem começar a ser instalados no primeiro ano após a regulamentação pelo conselho em novos projetos de veículos – ainda não desenvolvidos – e no quinto ano em projetos existentes.

A ideia é que a produção de veículos com airbags seja gradativa até 2014, quando todos deverão sair de fábrica com o item. Novos projetos podem ter de se adaptar até 2012.

O airbag diminui em 59% o risco de ferimentos nos acidentes, segundo estudo do NHTSA (instituto de segurança de trânsito dos EUA). Mesmo assim, a lei causa polêmica.

– Não é isso que vai resolver a incidência de mortes no trânsito. As mortes são causadas pela conduta irresponsável dos motoristas, que criam situações de acidente que não tem airbag que segure – diz o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Sergio Reze.

O executivo observa que, hoje, um carro com airbag custa de R$ 2,5 mil a R$ 5 mil mais. De acordo com a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o custo maior vai ser repassado aos preços, mas ainda não é possível estimar o aumento médio porque isso vai depender da escala de produção. Hoje, segundo a associação, há três empresas fornecedoras de airbags no Brasil, e pelo menos uma delas já estuda investir para ampliar a produção. A expectativa é que o preço caia com a fabricação em larga escala.

Nos Estados Unidos o airbag frontal nos veículos se tornou obrigatório há 10 anos.

Fonte: O Pioneiro

Chegou a Moto Flex

Seis anos depois de ser implantada nos automóveis, a tecnologia flex chega ao mundo das duas rodas. A Honda apresentou na semana passada a primeira moto movida a gasolina ou álcool, a CG 150 Titan Mix, que ganhou também injeção eletrônica e bomba de combustível. A montadora de Manaus espera vender mais de 180 mil unidades ao ano do novo produto, desenvolvido durante dois anos anos pela matriz, no Japão. A Mix chega ao mercado no fim do mês nas versões KS (partida no pedal), ES (partida elétrica) e ESD (partida elétrica e freio a disco), a preços que variam entre R$ 6,3 mil e R$ 7,2 mil cerca de R$ 300 a mais em relação aos mesmos modelos movidos apenas a gasolina. Sem necessidade de um tanque extra, os combustíveis podem ser misturados, mas para quem mora no Sul do Brasil, a Honda recomenda manter pelo menos três litros de gasolina no tanque para que, nas manhãs mais frias, a moto não tenha problema para dar partida.

– Fizemos vários testes e, numa temperatura ambiente de até 15ºC, não houve qualquer problema para a moto pegar mesmo só com álcool no motor – explica o relações públicas da Honda, Alfredo Guedes.

Para o condutor controlar o combustível predominante no tanque, a nova Titan tem duas luzes sinalizadoras no painel, a MIX e a ALC (veja ao lado). Também na hora da compra, o cliente ganha um DVD de 12 minutos explicando o funcionamento do veículo. Conforme a Honda, o motor da moto consome cerca de 30% mais quando utiliza álcool.

– O álcool é um combustível menos poluente e de fonte renovável. Além disso, aumenta um pouco a potência da moto – argumenta o gerente do Departamento de Novos produtos da Honda, José Luiz Terwak.

O motor gera 14,2 cavalos de potência com gasolina e 14,3 cv com álcool. Para compensar a menor autonomia com o combustível, o tanque passou para 16,1 litros. Para o propulsor usar também o carburador, foi trocado pela injeção direta, acrescentada uma bomba de combustíveis e um novo filtro. O motor de arranque ganhou mais força e um catalisador foi acoplado ao escapamento, o que deixou o veículo até 82% menos poluente do que os níveis estabelecidos pelo Programa de Controle de Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares (Promot3).

O primeiro semestre será uma espécie de período de testes para a montadora decidir se adota o sistema bicombustível em mais modelos.

– Estudos existem, e seria possível adotar a tecnologia em outras motos ainda este ano, mas dependerá de uma série de análises – completa Guedes.

Fonte: Jornal Zero Hora

quarta-feira, 11 de março de 2009

Incêndio destrói novo caminhão de Ramires

Sorocabano agora corre contra o tempo para próxima etapa

Piloto paulista sai ileso de incidente que pode ter sido causado por rompimento de mangueira na primeira corrida da temporada de 2009

Um incêndio na 11ª volta da primeira etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck destruiu no último domingo (8) o novo caminhão Mercedes-Benz de Vinicius Ramires. O piloto paulista da RRT2 supõe que o problema tenha sido causado pelo estouro de uma mangueira durante a corrida, disputada no Autódromo Internacional Nelson Luiz Barro, em Guaporé, na Serra Gaúcha. A vitória foi de Felipe Giaffone, da Volkswagen.Largando em 17º, Ramires conquistou muitas posições na primeira volta. Era o oitavo colocado na terceira, quando aliviou o ritmo. “Eu estava poupando o caminhão para a segunda parte da corrida, era uma maneira de tentar diminuir a temperatura, que estava muito alta”, comentou o paulista, que estampa em seu Mercedes-Benz as logomarcas de Mercedes Service Plus e Tertecman Pontes Rolantes. “Teria sido um grande resultado”.

O incêndio no caminhão proporcionou o momento mais tenso da prova. Ramires tirou o caminhão da pista e saiu ileso. “Acho que estourou alguma coisa, deve ter sido uma mangueira que fez derramar óleo nos discos de freio”, disse o paulista. “Eu não sofri nada, mas o equipamento ficou praticamente destruído. Agora, vamos pensar no que fazer para a próxima corrida”, consolou-se o piloto da RRT2. “Acho que daria até para alcançar o pódio”, acrescentou.

font:www.formulatruck.com.br

POR QUE CARRO NO BRASIL É TÃO CARO?

Quando o Chevrolet Captiva foi apresentado no Brasil, em agosto, ele trouxe como grande trunfo o preço: 92 990 reais. Mas, se alguém achou esse preço atraente, é porque ainda não viu quanto ele custa no México, seu país de origem. Lá é vendido pelo equivalente a 48 800 reais – e, com uma renda per capita cerca de 20% maior que a do brasileiro, esse valor pesa ainda menos no bolso dos mexicanos. Fica a pergunta: por que ele custa tanto no Brasil? Como há um acordo entre Brasil e México, nesse caso nem há imposto de importação. As montadoras brasileiras culpam a carga tributária pelo preço do veículo vendido aqui – que está entre os mais altos do mundo. Os impostos chegam a 36,4% do valor do carro (somados IPI, ICMS, PIS e Cofins). A briga entre governo e indústria é histórica. O problema é que o consumidor é quem paga a conta.

Contudo há outros ingredientes que influenciam nesse preço. As fábricas não confirmam, mas uma das razões seria a margem de lucro. As subsidiárias brasileiras têm sido responsáveis por remessas expressivas de dólares para as matrizes nos últimos anos, ainda mais com o mercado tão desacelerado lá fora e tão aquecido aqui dentro – em 2008, a alta na venda de veículos no Brasil deve ser de 24%. Uma lei de mercado, porém, diz que, quanto maior a produção, maior a economia de escala. Não é o que se vê na prática.

Mauro Zilbovicius, professor de custos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, é categórico: “A carga tributária é uma parte do custo. No caso do Brasil, o mercado está em crescimento e os preços não recuaram, apesar do ganho de escala. Ao contrário, subiram bastante”. Na avaliação de Letícia Costa, vice-presidente da consultoria Booz Allen, os preços de commodities, como aço e resina, tiveram alta acentuada, fenômeno observado no mundo todo. “Esses aumentos refletiram no preço dos carros”, diz.

Ainda que a matéria-prima tenha subido, o que ela representa no custo não justifica aumentos expressivos. O aço, que nos últimos cinco anos subiu 60%, representa em torno de 10% do valor de venda de um VW Gol e só 6,49% do de um Chevrolet Astra. Segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), em setembro de 2003 o C3 Exclusive 1.6 novo custava 31 300 reais. Em 2008, foi para 49 600 reais. A alta foi de 58,7%, mas a inflação no período foi bem menor, segundo a Fipe: só 28,31%. De acordo com Zilbovicius, se os impostos são responsáveis pelo valor do carro, as montadoras também são. “Muitas delas, como Ford, Fiat e GM, enfrentaram dificuldades no mundo e se seguraram em parte graças aos resultados obtidos no Brasil.” Um exemplo: a GM teve prejuízo global de 38,7 bilhões de dólares em 2007. Enquanto isso, o Brasil respondeu por um terço do crescimento mundial das vendas da marca.

Escala monstruosa

Há casos em que, mesmo com o imposto de importação integral, alguns modelos estrangeiros conseguem chegar ao país com mais acessórios e preço mais atraente que os nacionais equivalentes. É o caso do Kia Picanto, que paga 35% ao desembarcar no Brasil – mais os impostos pagos pela indústria. Mesmo assim, ele custa 35 900 reais e traz de série ar-condicionado, direção elétrica, trio elétrico, rodas de liga leve e CD player com MP3, itens que são opcionais na maioria dos nacionais. David Wong, vice-presidente da Kaiser Associates, explica por que esse preço é tão competitivo, apesar de importado da Coréia: “A fábrica que faz o Picanto produz de 1 milhão a 1,5 milhão de veículos desse modelo por ano. A escala é monstruosa. Por aqui, a produção anual de um Gol é de cerca de 400 000 unidades”.

Para o presidente da Abeiva (associação das importadoras), Jörg Henning Dornbusch, a indústria automobilística brasileira tem como vender seus carros por preços mais baixos: “Com o aumento da escala por conta das vendas em alta, deveria haver uma redução no custo de produção, e não é o que se vê”.

Quando há acordos entre o Brasil e parceiros como México, Argentina e Chile, o imposto de importação é zero e, em muitos casos, as subsidiárias até reduzem ainda mais suas margens na venda de uma unidade para a outra. É o que ocorre, por exemplo, entre as filiais brasileira e argentina da Renault. Aqui o Logan 1.6 8V custa 37 550 reais. Na Argentina, que importa esse mesmo carro do Brasil, ele é vendido pelo equivalente a 25 500 reais. Sem a carga tributária, o Logan vendido aqui custa 26 585, mas na Argentina ele vale 20 017 reais, mesmo incluindo o custo de frete até o país vizinho. E o que explica essa diferença de 6 500 reais, depois de descontados os impostos?

Para o presidente de uma importadora, que prefere não se identificar, os veículos nacionais não baixaram de preço quando comparados a outros países porque as montadoras, que trabalham com margens entre 9% e 11%, estão praticando o percentual máximo. O presidente da Anfavea (associação das montadoras), Jackson Schneider, prefere não entrar em detalhes sobre a rentabilidade do setor. “Quando se fala de preço e margem, cada montadora cuida da sua casa.” Mas Schneider concorda que o Brasil se tornou atraente para as matrizes, daí o volume tão grande de recursos esperados para os próximos anos.

Entre 2008 e 2011, estão previstos 23 bilhões de dólares em projetos de expansão ou construção de fábricas. O motivo, para alguns, não seria a alta rentabilidade, mas sim o espaço que ainda há para crescer por aqui. “Esses investimentos foram programados segundo a perspectiva de crescimento do mercado interno, ou seja, baseiam-se no futuro”, diz Dario Gaspar, vice-presidente da consultoria A.T. Kearney.

Paulo Cardamone, vice-presidente da consultoria CSM, afirma que uma boa fonte de lucro das montadoras brasileiras são os chamados “conteúdos”, ou opcionais, como ar-condicionado, freio ABS e airbag. “É aí que a indústria cobra caro. Como o volume é baixo para produzir esses itens, o conteúdo, que no mundo é standard, por aqui é opcional e custa muito”, afirma. Cardamone defende a redução gradual de impostos para que se chegue à metade do atual valor dentro de seis anos. “Assim, as empresas vão poder diminuir os preços e aumentar a produção.”

Corte nos custos

Para Schneider há ainda outras formas de reduzir custos. As montadoras têm, segundo ele, apostado no aumento de produtividade dentro das fábricas, com a aquisição de equipamentos mais modernos e melhor gerenciamento de estoques. Segundo Francisco Satkunas, membro do conselho da fornecedora Plascar e há 40 anos no mercado, as montadoras no Brasil não deveriam ficar esperando por reduções nos impostos. Antes, poderiam começar a estudar formas de diminuir custos no desenvolvimento de materiais de autopeças mais eficientes e baratos, na logística e na mão-de-obra, com profissionais mais bem treinados para aumentar ainda mais a produtividade. “Sem cortar despesas, fica difícil vender carros mais baratos no Brasil”, diz Satkunas. A própria Plascar pesquisa no momento uma roda feita de plástico, material mais barato e leve.

Outro caminho para diminuir custos, conta Evandro Maciel, diretor do Comitê de Veículos de Passeio da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE), é por meio da padronização de peças entre as montadoras. Isso possibilitaria uma escala global bem maior e uma economia no fim da conta. Ou seja, quem ganharia com isso seria o consumidor.

fonte: revista Duas Rodas

Redução do IPI para automóveis deve ser prorrogada

O governo federal deverá anunciar, em breve, a prorrogação da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para os automóveis, que a princípio vigoriaria até o final de março. A informação é do jornal Folha de São Paulo, em sua edição desta quarta-feira, dia 4 de março.

Segundo a reportagem, o anúncio oficial só não aconteceu ainda para que os consumidores adiem os planos de compra e esfriem o mercado. A medida foi a principal responsável pelo reaquecimento do mercado, que sofreu uma forte queda no final do ano passado.

A redução contemplou os automóveis com motor até 1 litro com imposto zero. Veja a tabela abaixo:

Carros com motor até 1 litro, a álcool ou gasolina – 7% para 0
Carros com motor entre 1 e 2 litros, a gasolina – 13% para 6,5%
Carros com motor entre 1 e 2 litros, a álcool ou flex – 11% para 5,5%
Picapes com motor até 1 litro, a álcool ou gasolina – 8% para 1%
Picapes com mmotor entre 1 e 2 litros, a álcool ou gasolina – 8% para 4%

fonte: revista Duas Rodas - reportagem Por Marcio Ishikawa


ABERTURA DO PERNAMBUCANO DE REGULARIDADE

Foi concluído o levantamento e conferência da prova de abertura do Campeonato Pernambucano
de Enduro de Regularidade de 2009 na cidade de Tamandaré - PE, litoral sul, distante 110 km de Recife.Sábado
(07/03) foi concluída a conferência da prova pelos experientes pilotos Júlio Falbo e Wilson "Ktôta",
que percorreram todos os trechos e ficaram muito satisfeitos com a qualidade e diversidade de terrenos e matas que a prova oferece.Tem trechos para todos os gostos: técnicos, rápidos, com obstáculos administráveis e muita navegação. As velocidades médias dos trechos ainda não foram todas concluídas devido à incerteza

quanto à previsão do tempo no dia da prova. As condições das trilhas se modificam por completo com um dia intenso de chuva ou com alguns poucos dias de sol. Por isso, as médias serão definidas no final desta semana.O organizador da prova, Fernando Costelinha, lembra que a sua prova terá a categoria EXPEDITION e que disponibilizará apenas 20 inscrições (MOTOS e QUADRICICLOS). O próprio Costelinha irá puxar o pelotão. Pedimos aos interessados em garantir a sua vaga que façam as suas inscrições na W Moto Center (3343 0688) ou na Trilha Forte (3268 1101).

Valor da inscrição para
Categoria EXPEDITION: R$ 40,00. A Ficha Técnica detalhada da prova sairá em breve no site oficial da FEPEM.Costelinha lembra a todos os pilotos que Tamandaré é uma cidade litorânea e de belas praias e convida os familiares e amigos para desfrutar esta maravilha de Peranambuco. Costelinha lembra ainda que os acompanhantes dos pilotos poderão usufruir da estrutura do hotel oficial da prova, passear pelas praias ou até mesmo acompanhar o comboio da organização e fotógrafos. Levem suas câmeras e registrem os momentos marcantes do Enduro de Tamandaré 2009.

]Fonte:www.trilhaforte.com.br